Esse processo de mudanças acontece de forma gradativa. Num determinado momento histórico pode ser acelerado ou há uma "regressão". No entanto, existe beleza no mesmo: cada um de nós influenciamos e somos influenciados. Há uma dinâmica no processo de interrelação social. Há uma complexa engrenagem movimentando a máquina social.
A educação formal neste contexto compete um papel expressivo, com potencial para ajudar na formação de opinião e de inserção no seio social, dotando o sujeito a estar apto a usufruir de todas as facilidades que esta mesma sociedade cria para aqueles que "seguem" à risca suas normas. Estar fora deste contexto educacional é colocar-se à margem da sociedade. A educação estabelece um período de preparação mais que suficiente para que se consiga chegar ao patamar que ela mesma exige. Mas, por outro lado, ela não te ampara com todos os instrumentais necessários a este fim. Cada indivíduo deve empreender um grande esforço para alcançá-lo. Esforço este que exige do mesmo permanecer. A permanência não é fácil, nem facilitada. Há constantes testes formais e informais para medir a capacidade de cada um por si só e nas relações que estabelece com seus pares e comunidade envolvida no processo.
Pleiteiar uma educação formal mais humana é um dever de todos. Algo assim mais definido, mais planejado a nível nacional, dentro de um projeto mais amplo, inserido à própria subexistência do país. Sabendo que o caminho para se chegar a tão ousado objetivo é árduo, mas possível. Demanda uma sociedade mais politizada, mais cidadã em todos os sentidos.
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